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Alentejo Litoral: Pedro Marques garante “obras estruturais” no IC1 em 2018

O Ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques garantiu esta terça-feira, em Alcácer do Sal, que o Governo já lançou o concurso público internacional para a beneficiação do troço do IC1 que liga Alcácer do Sal a Grândola, no Litoral Alentejano.

Já lançamos o concurso público portanto não se trata sequer da ideia de que agora não realizaremos a obra. Vamos avançar com a obra estrutural que impedirá que no futuro voltem a acontecer estas condições de segurança no IC1”, afirmou o governante referindo-se ao mau estado do troço que, em março de 2018, começa a ser intervencionado, num investimento estimado de cerca de 6,4 milhões de euros.

O projeto previsto para os cerca de 16 quilómetros do itinerário complementar foi apresentado pelos responsáveis da Infraestruturas de Portugal a Pedro Marques, junto à Mata Nacional de Valeverde, em Alcácer do Sal, onde decorrem as obras urgentes de beneficiação do pavimento, cuja conclusão está prevista para junho deste ano.

“A questão mais preocupante e mais critica do ponto de vista da segurança de circulação são as elevações no pavimento que estão a ser retiradas neste momento. A intervenção estrutural que garantirá que isto não volta a acontecer está prevista para o início de 2018”, adiantou o ministro ao sublinhar que se tratava de “um compromisso assumido com as populações”.

Reconhecendo que a obra arranca com um atraso de quase uma década, Pedro Marques recordou que a obra não avançou em 2016 “por condições legais” e acusou o anterior governo de ter sido responsável por retirar a obra da concessão. “Se isto não tivesse acontecido provavelmente já estava realizada. Não consigo compreender algumas opções políticas que, neste caso, não puseram a segurança em primeiro lugar”, acrescentou Pedro Marques.

Face ao acordo prévio alcançado com a concessionária quando chegamos ao Governo, em que esta obra deixava de ser feita pela concessionária, fomos obrigados a concluir a negociação e a obter a dispensa de visto do Tribunal de Contas para iniciar a obra de imediato”, explicou o governante que assumiu esta obra “como uma prioridade” do seu ministério e “um compromisso politico” do atual governo.

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