Autoridades aumentam prontidão face a onda de calor prevista para os próximos dias

A Proteção Civil reforçou as ações de monitorização da floresta, pré-posicionou bombeiros e envolveu os serviços municipais de proteção civil no aumento da prontidão, para responder à onda de calor dos próximos dias que pode atingir “máximos históricos”.

De acordo com as autoridades responsáveis, as temperaturas vão estar acima dos valores médios, chegando aos 45 graus, que podem ter impacto em termos de saúde pública e de propagação de incêndios.

De acordo com Patrícia Gaspar, da Autoridade Nacional de Proteção Civil, o uso do fogo “terá tolerância zero” e, até terça-feira à noite, o interior do país está “em estado de alerta especial”.

Segundo a responsável, a Proteção Civil está em articulação com as Forças Armadas, o Instituto de Conservação da Natureza e Floresta e GNR no patrulhamento das florestas para prevenir incêndios.

A partir de amanhã vai registar-se um aumento da temperatura, vai haver mais vento e a humidade vai ser reduzida, com valores da temperatura “muito acima dos habituais”, alertou Nuno Moreira, do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Nalguns locais podem registar-se “máximos históricos” de temperatura, disse Nuno Moreira adiantando que são esperadas poeiras no ar, vindas do norte de África, em particular no sul do país.

Diogo Cruz, da Direção-Geral da Saúde, acrescentou que a situação deve levar a população a tomar medidas de proteção, como estarem em ambientes frescos, procurar manter frescas as habitações, e beber muita água, evitando o álcool.

 

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