CIMAL alerta para “necessidade de financiamento” da ULSLA (c/áudio)

O presidente da Comunidade Intermunicipal do Alentejo Litoral, Vítor Proença, alertou hoje para a “falta de recursos humanos” e para a necessidade de “financiamento” da ULSLA como o “mais urgente” a resolver no curto prazo.

Vítor Proença, esteve reunido, na passada quarta-feira, com o presidente da ARS do Alentejo, José Robalo, o presidente do Conselho de Administração da ULSA e o presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, devido à falta de profissionais e ao encerramento das Unidades de Paliativos e Convalescença.

O autarca diz que é urgente que o Governo “integre no quadro da unidade hospitalar mais de oitenta pessoas”.

 

O presidente da CIMAL diz que é necessário “aumentar a capitação do hospital” para ultrapassar os constrangimentos

 

De acordo com Vítor Proença, sem profissionais a situação do Hospital do Litoral Alentejano tende a agravar-se.

“A falta de profissionais leva à racionalização de recursos que não existem, querendo tapar aquilo que o lençol não tem. O HLA faz uma cobertura para uma população na ordem de 97 mil pessoas residentes mas presta apoio a mil reclusos do EP de Pinheiro da Cruz e a uma população flutuante de dezenas de milhares de pessoas”, adverte.

O também presidente da Câmara de Alcácer do Sal aponta o dedo à tutela que bloqueiam “qualquer tipo de investimento” ou “abertura do quadro para a contração de profissionais”.

 

Recorde-se que, através da CIMAL, foi solicitada uma reunião com o Ministro da Saúde para discutir a falta de profissionais e o encerramento de serviços no Hospital do Litoral Alentejano.

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