Comissões de Utentes do Litoral Alentejano preocupadas com situação “crítica” dos serviços

A coordenadora das Comissões de Utentes do Litoral Alentejano está preocupada com a situação dos serviços de saúde na região considerando-a “bastante crítica” após uma reunião com o conselho de administração da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano.

De acordo com Dinis Silva, para o regular funcionamento dos serviços são necessários cerca de 260 profissionais entre médicos, enfermeiros, técnicos de análises e terapêutica, técnicos superiores de saúde, engenheiros, assistentes técnicos e assistentes operacionais.

Nos tempos de espera e nas cirurgias, a Comissão de Utentes também deteta problemas com “atrasos imensos” sendo as especialidades de oftalmologia (330 dias) e otorrino (mais de 600) os casos mais preocupantes.

A degradação das extensões de saúde no Litoral Alentejano é outra das questões que a comissão de utentes acompanha com preocupação e, apesar das promessas para resolução do problema, as obras continuam a ser proteladas, lamenta Dinis Silva

Apesar dos problemas detetados, em comunicado, a coordenadora das comissões de utentes do Litoral Alentejano valoriza o início das obras do serviço de urgência do Hospital do Litoral Alentejano e a contratação de um médico pediatra.

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