Grândola reforça dispositivo para evitar incêndios dos últimos dois anos

Os meios de combate aos incêndios foram reforçados no concelho de Grândola depois de, nos últimos dois anos, mais de dois mil hectares de terreno terem sido consumidos pelas chamas na Serra de Grândola.

De acordo com António Figueira Mendes, presidente da Câmara de Grândola, este ano houve um reforço do dispositivo para responder a qualquer “ignição que possa ocorrer” naquele território.

No concelho, que no ano passado registou uma das maiores áreas ardidas do distrito de Setúbal, as autoridades reforçaram o dispositivo de combate aos incêndios para evitar a repetição dos dois grandes fogos que consumiram, em 2016 e 2017, uma vasta área de mato e floresta na Serra de Grândola.

O autarca diz estar “preparado” mas longe de estar “descansado” porque adianta apesar do “grande trabalho de prevenção” que foi feito no terreno ainda há muito por fazer.

António Figueira Mendes realçou ainda o papel da Associação de Agricultores de Grândola que “criou uma rede de comunicações com os agricultores” para o combate e prevenção de fogos florestais “alocando um total de cem viaturas nos mais variados pontos do concelho”.

O ano passado, as chamas que deflagraram nas freguesias de Azinheira dos Barros e São Mamede, na Serra de Grândola, obrigaram à evacuação de cerca de 10 montes isolados e consumiram 2300 hectares de eucalipto e montado.

O incêndio de 2016, que deflagrou no coração da Serra de Grândola consumiu áreas agrícolas e florestais e chegou a ameaçar habitações, consumiu 120 hectares de terreno.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *