Odemira aprova orçamento de 33,1 milhões de euros para 2019

A Assembleia Municipal de Odemira aprovou, por maioria, o orçamento para 2019 no valor de 33,1 milhões de euros, representando um aumento de cerca de 500 mil euros em relação ao deste ano.

Centrando a sua atuação política “nas pessoas e no território”, com enfoque “no estímulo ao empreendedorismo e criação de emprego”a maioria socialista vai manter a sua aposta “nas políticas sociais e culturais, participação cívica e qualificação do território”, segundo comunicado hoje divulgado.

Para o próximo ano, o executivo municipal, que assume o “compromisso” de “desenvolvimento, crescimento e elevação da qualidade de vida” concentra a sua atuação em cinco áreas que considera “prioritárias”.

“O desenvolvimento económico e emprego, inclusão e solidariedade, intervenção sociocultural, inovação e conhecimento, participação cívica e gestão pública, planeamento, qualificação urbana e ambiental, são prioridades essenciais”, revela a autarquia.

O orçamento para 2019 foi aprovado pela maioria PS, na reunião de câmara, com os votos contra da CDU tendo sido aprovado também por maioria na Assembleia Municipal com os votos contra da CDU e a abstenção de um membro da CDU e dos eleitos do PSD e Bloco de Esquerda.

No documento, a autarquia compromete-se a atrair “novos investimentos”, promovendo, além “da qualificação e regeneração urbana”, um “acréscimo de investimento no ordenamento, planeamento, proteção e valorização do território”.

Nas Grandes Opções do Plano para 2019, o executivo propõe-se igualmente a “um esforço considerável” na “manutenção e conservação da rede de acessibilidades”, com “recurso a meios financeiros exclusivamente de origem municipal”.

A “redução local de impostos com o alívio da carga fiscal” para os munícipes e empresas e a manutenção dos preços, “aplicados desde 2010”, na “cobrança de serviços de água, águas residuais e resíduos sólidos”, são outras das prioridades inscritas no orçamento do próximo ano.

A autarquia adianta que “exerce ampla participação em empresas intermunicipais, sociedades anónimas, instituições e associações envolvendo elevados meios financeiros” e vai continuar a executar“investimentos municipais” e estar atenta às “oportunidades do quadro comunitário” para “maximizar investimentos estruturantes”.

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