Odemira: Aves de rapina devolvidas à natureza

Várias aves de rapina vão ser devolvidas à natureza, na terça-feira, em Odemira, pelo Centro de Recuperação de Animais Selvagens de Santo André (CRASSA) da associação ambientalista Quercus, foi hoje divulgado.

Um bufo-real, um mocho-galego, duas corujas-do-mato e uma coruja-das-torres são alguns dos animais que vão ser libertados, a partir das 19:30, na serra de Odemira, numa iniciativa que serve também para assinalar o 26.º aniversário do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e da Costa Vicentina (PNSACV).

Segundo a associação ambientalista, as aves foram recolhidas em vários concelhos do Alentejo e entregues, na maioria dos casos, pelo Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR no CRASSA.

Os exemplares foram marcados com anilhas metálicas, além de terem sido efetuadas as suas biometrias, que permitem a sua identificação em caso de recaptura, realça a Quercus, em comunicado hoje divulgado.

O Centro de Recuperação de Animais Selvagens de Santo André, no litoral alentejano, foi inaugurado em 1992 e, desde então, já recebeu mais de 2.500 animais, dos quais 97 por cento são aves.

Na semana passada, deram entrada no centro mais seis aves: duas águias-de-bonelli, duas águias-de-asa-redonda, uma garça-real e um andorinhão-preto.