Odemira: Zmar reabre em junho para o público em geral

O complexo turístico Zmar, em Odemira, atingido por um incêndio em setembro do ano passado, reabre na próxima semana para convidados, grupos e eventos e, a 01 de junho, para o público em geral.

“Vamos reabrir em formato de ‘soft opening’, com convidados e, depois, grupos e eventos, a partir da próxima semana, e para o público, no dia 01 de junho”, explicou à agência Lusa Francesca de Mello Breyner, do Zmar.

O ‘resort’, situado na zona de Zambujeira do Mar, no concelho de Odemira, no distrito de Beja, sofreu prejuízos quando foi atingido por um incêndio, a 24 de setembro do ano passado.

O fogo não provocou vítimas, mas obrigou à evacuação do espaço e à retirada de centenas de clientes e colaboradores, destruindo, além de três automóveis, o restaurante, as cozinhas, o spa, a piscina interior de ondas e algumas salas.

Apesar dos prejuízos, o empreendimento reabriu num modelo provisório a meio de outubro para eventos e grupos e passou a aceitar hóspedes individuais a partir de novembro, aos fins de semana, acabando por encerrar totalmente, no dia 02 de janeiro deste ano, para as obras de reconstrução das valências afetadas.

Em comunicado divulgado hoje, o Zmar Eco Experience, detido pela empresa Multiparques A Céu Aberto, anunciou a conclusão da empreitada e as datas de reabertura.

“Após quatro meses de obras, o Zmar encontra-se finalmente reerguido”, congratulou-se a empresa.

Os trabalhos incluíram a “recuperação e melhoramento dos espaços que foram afetados pelo incêndio”, como é o caso do restaurante, bar, cozinhas, piscina de ondas e spa, mas o complexo turístico vai também, agora, estrear “novos serviços e espaços”.

Uma quinta pedagógica, um novo restaurante e dois novos bares, um deles junto da piscina, áreas ‘chill-out’, edifício para ginásio e salas de reunião são as mais recentes “aquisições” do espaço, disponíveis para os hóspedes.

Na empreitada de reconstrução, na qual utilizou madeira proveniente de florestas certificadas, o Zmar aplicou dinheiro recebido do seguro, cujo valor Francesca de Mello Breyner se escusou a divulgar à Lusa, em janeiro.

Na mesma altura, a responsável disse que as peritagens concluíram que o incêndio no ‘resort’, a funcionar desde 2009, se deveu a “um acidente natural, provocado por um curto-circuito associado a um equipamento eletrónico”.

Fonte: Lusa

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