Os melhores e os piores factos ambientais de 2017 para a Quercus

A tragédia dos incêndios no Centro e Norte de Portugal; as descargas poluentes no rio Tejo; a extensão do prazo para o pedido de renovação da licença de funcionamento da Central de Almaraz; o Processo judicial instaurado a Arlindo Marques, os casos de infeção por legionella; a aridez dos solos e a acelerada expansão do eucalipto foram os piores factos ambientais de 2017 para a Quercus.

A associação ambientalista fez um balanço ambiental do ano que agora chega ao fim e que no seu entender ficou marcado pela continuação da retoma económica em Portugal, depois da crise financeira e económica que atingiu o país durante vários anos.

Num contexto cada vez mais premente de alteração de comportamentos, de modo a garantir a sustentabilidade do nosso Planeta, o grande desafio passa por conseguir conciliar futuramente o crescimento económico de Portugal, em todas as vertentes que o mesmo implica, com atitudes individuais e coletivas mais respeitadoras do Ambiente.

A Estratégia Nacional de Educação Ambiental 2020; o Plano Nacional para a Economia Circular; Portugal a favor da redução dos limites de cádmio nos fertilizantes agrícolas e a devolução à Natureza de uma águia-imperial-ibérica recuperada, foram os melhores factos ambientais de 2017 para os ambientalistas.

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