País: Governo quer recrutar mais 20 vigilantes da natureza

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A secretária de Estado da Conservação da Natureza avançou hoje a possibilidade de serem recrutados mais vigilantes da natureza em 2017, para progressivamente tentar ter mais 20 profissionais e chegar ao número considerado razoável.

“Para 2017, é nossa intenção que o orçamento possa incorporar a possibilidade de recrutar alguns vigilantes e progressivamente chegar ao número que consideramos razoável, que era cerca de mais 20”, afirmou Célia Ramos.

Em declarações à agência Lusa, a secretária de Estado do Ordenamento do Território e Conservação da Natureza referiu que, “em 2016, não foi possível acomodar em termos orçamentais nem mais um guarda [ou] vigilante da natureza”.

O corpo de vigilantes tem atualmente cerca de 120 profissionais e, das 30 brigadas, 26 estão centradas nas áreas protegidas.

De acordo com Célia Ramos, com mais 20 profissionais, “seria possível melhorar significativamente a presença dos vigilantes”.

A questão dos equipamentos, como os jipes, também é uma área importante, mas, para a governante, o que é mais necessário nesta vertente é um reforço dos recursos humanos.

Atualmente, os vigilantes estão distribuídos de uma forma equitativa, em dimensão da área e das características das zonas protegidas, havendo uma “forte representação no norte e no centro”, referiu a secretária de Estado.

A zona das áreas protegidas do Alentejo, disse, sendo imensa, será aquela em que os vigilantes, em articulação com a área, “estão mais em falta”, mas no norte, pelos problemas que existem e tipo de ordenamento, “em termos territoriais interessava também algum reforço”.

“Os vigilantes da natureza são para nós um grupo, uma profissão de grande relevância, temos no nosso programa interesse em ampliar o corpo de vigilantes”, na perspetiva da proximidade na administração da gestão das áreas protegidas, lembrou.

A tarefa dos vigilantes abrange a verificação do cumprimento dos Planos Especiais de Ordenamento do Território, as intervenções nas áreas da Rede Natura 2000 e a vigilância relacionada com a prevenção de incêndios.

Fonte:Lusa

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