Quercus elege os melhores e os piores do ano 2018

A derrocada da pedreira de Borba, o Plano Estratégico para os Resíduos Urbanos, a proteção às espécies florestais autóctones e o abandono da prospeção de petróleo em Aljezur foram os principais destaques da associação ambientalista Quercus que fez o balanço do ano que chega terça-feira ao fim.

A derrocada da pedreira de Borba, no distrito de Évora, que causou cinco mortes em novembro, é vista pelos ambientalistas como uma causa da exploração exaustiva dos recursos naturais onde os valores económicos se sobrepuseram aos critérios ambientais e de segurança.

Em comunicado, a organização afirma também que Portugal não atingiu os objetivos do PERSU2020, o Plano Estratégico para os Resíduos Urbanos destacando como negativo o processo de decisão do novo aeroporto de Lisboa no Montijo e o corte de azinheiras no Alto Alentejo.

Como positivo, os ambientalistas destacam a mensagem política de proteção às espécies florestais autóctones, o abandono da prospeção de petróleo em Aljezur, o encerramento da central nuclear de Almaraz, em Espanha, até junho de 2024 e a suspensão das licenças para exploração de gás na zona centro.

Para o futuro, a Quercus diz que o grande desafio passa por conseguir conciliar o crescimento económico em todas as vertentes com “atitudes individuais e coletivas mais respeitadoras do ambiente”.

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