Repsol Polímeros em paragem parcial para reparar “incidente mecânico” (c/áudio)

O diretor geral da Repsol Polímeros confirmou esta quarta-feira que a empresa está a laborar “entre 40 a 50 por cento” após um “incidente mecânico numa máquina muito relevante” da fábrica de Steam Cracker ter obrigado à “paragem parcial não programada” do complexo de Sines.

Em declarações à Miróbriga, Joaquin Garcia Estan fala numa “rutura catastrófica” que levou à paragem parcial da unidade de etileno.

De acordo com o Joaquin Estan tratou-se de uma “rutura de peças internas criticas” que têm de ser fabricadas no exterior. O incidente aconteceu no inicio de março e, segundo o responsável, a empresa vai manter-se em paragem até ao próximo mês de junho.

O diretor do complexo de Sines, que afasta a ideia de um lay-off, adiantou ainda que a empresa vai aproveitar esta paragem de três meses para avançar com um plano de investimentos de cerca de 70 milhões de euros na manutenção do site.

De Sines, entre outros produtos, saem os polietilenos, a “matéria-prima” que é usada pela indústria transformadora para produzir plásticos usados em garrafas, tampas e outras embalagens. 

Com cerca de 440 colaboradores, a Repsol Polímeros é uma das maiores empresas empregadoras da região, estimando mesmo que, indiretamente, contribua para o emprego de cerca de mil pessoas.

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