Santiago do Cacém recebeu a visita do Historiador do Centenário do Fortaleza Esporte Clube

O Presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, Álvaro Beijinha, recebeu, dia 25 de maio, a visita do representante do Fortaleza Esporte Clube, o Historiador do Centenário, Professor Adauto Leitão de Araújo Júnior.

A visita inseriu-se nos cem anos daquela instituição desportiva, e destinou-se a conhecer a cidade onde nasceu o ilustre santiaguense Martim Soares Moreno, 1º Capitão-Mor da Capitania do Ceará, membro da Ordem de Santiago de Espada.  

O militar é também conhecido por “Fundador do Ceará” e teve um papel histórico predominante na edificação do Marco Zero de Fortaleza, o Fortim de Santiago, que deu origem à cidade em 25 de julho de 1604.

O presidente da CMSC, Álvaro Beijinha, realçou o facto de a camisa do centenário do clube fortalezense ostentar a Cruz de Santiago. Para Álvaro Beijinha esta foi a forma de “perpetuar o maior símbolo comum de fé e honra dos nossos antepassados, representando hoje a união e força para vencer os desafios futuros, quer seja para as cidades como para os seus povos.”

Para o autarca foi igualmente motivo de orgulho “saber que o Fortaleza Esporte Clube, através do  centenário,  procurou restabelecer os laços históricos entre santiagueses e fortalezenses”, declarando que a partir de agora é também um adepto do Fortaleza Esporte Clube.

Manifestou ainda um agradecimento especial em nome de todos santiagueses ao professor Adauto Leitão de Araújo Júnior “por manter viva a memória de Martim Soares Moreno, nas origens históricas da cidade de Fortaleza.”

O professor enalteceu as belezas naturais da “Terra Única” que é Santiago do Cacém, e da região do Alentejo. O historiador manifestou ainda o desejo de que “muitos Santiagueses também se tornem torcedores do Fortaleza Esporte Clube.” 

Com esta visita, e a descoberta das relações históricas das duas cidades, tanto o Presidente da Câmara como o Historiador do Centenário concordaram que esta ligação vai potenciar o turismo no nosso concelho. Álvaro Beijinha salienta que seria muito positivo se, pelo menos, 1% dos fortalezenses visitassem Santiago do Cacém.

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