Suspensão de exploração de hidrocarbonetos é como “meter a cabeça na areia”

O diretor da refinaria de Sines da Petrogal lamentou a decisão de suspender a prospeção de hidrocarbonetos na bacia do Alentejo.

Questionado pela Miróbriga durante o 40.º aniversário da refinaria de Sines, Martinho Correia adiantou que o país “tem a obrigação de saber o que tem na sua económica exclusiva”.

“Não querer saber é como meter a cabeça na areia e não tirar partido de um inventário de hidrocarbonetos que lhe poderia trazer mais valias por exemplo baixar as taxas de juro, como temos uma divida grande, só pelo facto de ter [hidrocarbonetos] e o explorar é outra coisa”,adiantou.

Para o diretor da refinaria de Sines, foi dada “primazia ao fator político em vez da racionalidade”.

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