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Santiago do Cacém: Júri do Prémio Nacional de Conto Manuel da Fonseca já é conhecido

x edicao premios nacionais manuel da fonsecaO Júri da X edição do Prémio Nacional de Conto Manuel da Fonseca é constituído por três elementos de reconhecida idoneidade intelectual, convidados pela Câmara Municipal de Santiago do Cacém: Dr. José Correia Tavares, vice-presidente da Associação Portuguesa de Escritores; Dr. João Morales, jornalista e crítico literário; Mestre Paula da Graça Rodrigues, professora.

A Câmara Municipal de Santiago do Cacém volta a promover o Prémio Nacional de Conto Manuel da Fonseca, já na sua 10.ª edição. O Prémio distingue bienalmente uma coletânea de contos originais, escritos em língua portuguesa, por autor maior de idade, natural de qualquer país que integre a comunidade lusófona.

O valor pecuniário do Prémio Nacional de Conto Manuel da Fonseca, atribuído à obra selecionada pelo Júri, é de 4.000 euros. A atribuição do Prémio pressupõe a edição da obra.

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Santiago do Cacém: Presidências nas Freguesias em Ermidas-Sado

MSC_3255A freguesia de Ermidas-Sado foi a quarta etapa no roteiro de Presidências nas Freguesias, entre os dias 14 e 16 de maio. O Presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, Álvaro Beijinha, Vereadores e técnicos da autarquia concluíram assim a primeira metade da Presidência nas Freguesias.

Acompanhados pelo Presidente da Junta de Freguesia, Carlos Parreira, a comitiva teve três dias de visitas, reuniões e contacto com a população, numa freguesia que é uma referência no investimento empresarial.

Álvaro Beijinha faz um balanço “claramente positivo” da visita à freguesia de Ermidas-Sado e destaca a “grande dinâmica empresarial, numa altura de crise em que o país vive momentos complicados.”

Álvaro Beijinha olha para Ermidas-Sado como uma importante referência empresarial em contraciclo visto que está a avançar com um novo investimento que vai gerar mais postos de trabalho

O Presidente da Junta de Freguesia de Ermidas-Sado, Carlos Parreira, faz também um “balanço muito positivo” da visita.

A Presidência nas Freguesias regressa entre os dias 3 e 6 de junho, em Santo André.

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Santiago do Cacém: Dia Nacional da Luta contra a Obesidade assinalado com atividades

CARTAZ_DIA NACIONAL_400O Dia Nacional da Luta contra a Obesidade realiza-se a 24 de Maio de 2014. Para assinalar a data, a Associação de Doentes Obesos e Ex-Obesos de Portugal (ADEXO) em conjunto com a Câmara de Santiago do Cacém, com a Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano e com os Agrupamentos de Escolas de S. André e Santiago do Cacém vai incentivar a adoção de hábitos alimentares saudáveis, promover a prática de exercício físico de forma a prevenir a obesidade, particularmente a infantil, através da realização de várias palestras e intervenções ao longo do dia no Parque Central, em Vila Nova de Santo André.

Carlos Oliveira, Presidente da ADEXO, explica que se trata da 11ª celebração da data, desde que foi registado como Dia Nacional

No recinto, nas tendas e no lago efetuam-se atividades lúdicas e desportivas e vários Rastreios de Saúde, numa iniciativa que tem lugar no Parque Central de Vila Nova de Santo André.

Sob o tema “Com o Rei na Barriga”, a Adexo quer demonstrar a realidade da vida dum doente obeso quando o tamanho da sua barriga deixa de ter importância e a necessidade constante de comer, a vontade de ingerir compulsivamente alimentos com excesso de sal e açúcar, se sobrepõe à razão, configurando um estado de dependência permanente.

Carlos Oliveira explica que a obesidade está relacionada com um conjunto de situações que resultam do sedentarismo entre outros fatores

Nas ações “ À Conversa Com” que vão ocorrer ao longo do dia, a Adexo vai tentar demonstrar como a adição a estes dois produtos, Sal e Açúcar, está na base do mote “Com o Rei na Barriga”.

Por outro lado, “Quem Manda és Tu” é o mote que consolida a ideia do que conduz as pessoas para o controlo da obesidade, sabendo-se que as ferramentas atualmente disponíveis para ajudar a perder e a controlar o peso, por si só são insuficientes para resolver um problema que acaba por levar os obesos a contraírem outras doenças, tais como a diabetes, as deficiências cardiovasculares e outras patologias graves, fatores que levaram a que Obesidade fosse considerada pela Organização Mundial de Saúde, como a “Epidemia do século XXI”.

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Petrogal: Trabalhadores de Sines e Lisboa rejeitam Acordo de Empresa

galp_energiaOs trabalhadores da Petrogal em Lisboa e Sines rejeitaram hoje, em plenário, as propostas da administração para a revisão do Acordo de Empresa (AE), por considerarem um “ataque aos direitos e às condições de trabalho”, segundo o coordenador da Fiequimetal.

Em declarações à Lusa, Armando Farias, coordenador da federação intersindical Fiequimetal (CGTP), disse que, “quer em Sines, quer em Lisboa, os trabalhadores recusaram a proposta, que implica a retirada de direitos”.

Na quarta-feira, será a vez dos trabalhadores da refinaria do Porto se manifestarem sobre as propostas apresentadas pela administração da Petrogal, do grupo Galp Energia.

Armando Farias apontou o congelamento dos salários, a introdução do banco de horas e a possibilidade de a empresa poder alterar unilateralmente as condições do regime de saúde dos trabalhadores como exemplos do ataque aos direitos e condições de vida e de trabalho de todos os trabalhadores da Petrogal.

“Os trabalhadores não vão desistir de lutar pela manutenção do atual acordo”, declarou.

A próxima reunião da segunda fase do processo negocial entre a administração e os representantes dos trabalhadores está marcada para o dia 30 de maio.

O novo AE foi assinado na semana passada por várias estruturas sindicais – FETESE, SITESE, SINCES, SETACOOP, SINDEL, SOEMMM, SENSIQ, COFESINT, SINDEQ, SITEMAQ, FE, SNEET, SEMM, SERS, SINERGIA e SPEUE -, na sua maioria afetas à UGT.

Segundo fonte da empresa, o documento vai ser enviado ao Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social para publicação no Boletim do Trabalho e Emprego, e entrará em vigor no primeiro dia do mês seguinte ao da sua publicação.

O acordo em vigor caduca no final de 2015.

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Autarcas do Alentejo Litoral lamentam que autoestrada até Beja fique por concluir

auto estradaOs presidentes dos municípios de Santiago do Cacém e de Sines lamentaram hoje que, no retomar das obras anunciado pela Estradas de Portugal (EP), não esteja incluída a conclusão da autoestrada até Beja.

A EP anunciou, na terça-feira à noite, ter alcançado um acordo com a concessionária da subconcessão do Baixo Alentejo, a SPER – Sociedade Portuguesa de Exploração Rodoviária, que assegura a conclusão das obras previstas para a A26/IP8 entre Sines e Relvas Verdes e para a A26-1/ER261-5 entre Sines e Vila Nova de Santo André.

Com o acordo, fica também garantida a construção da A26 entre o IC1 e Santa Margarida do Sado, concluindo a ponte sobre o rio Sado, e a requalificação do IP2 entre São Manços e Castro Verde, estando o retomar dos trabalhos previsto para julho, indicou a empresa.

Para o presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, Álvaro Beijinha, o anúncio tem aspetos positivos e negativos, sendo que a “boa notícia” é a conclusão das obras na estrada entre Vila Nova de Santo André e Sines, apesar de lamentar que fossem precisos três anos para que o impasse fosse ultrapassado.

A parte negativa da notícia é que se vem uma vez mais a confirmar que as obras na A26, das Relvas Verdes para norte, continuam suspensas”, disse à agência Lusa o autarca eleito pela CDU.

Álvaro Beijinha entende que a conclusão da autoestrada de Relvas Verdes até Beja “seria fundamental para o desenvolvimento da região”.

Infelizmente, o Governo não pensa assim”, afirmou, considerando que existe uma “contradição” entre a importância que o executivo atribui ao complexo industrial e portuário de Sines e as decisões que toma a nível de investimentos públicos.

O presidente da Câmara Municipal de Sines, Nuno Mascarenhas, também lamentou que a A26 seja suspensa nas Relvas Verdes, o que considerou “um retrocesso”.

Na prática, vamos ter uma ligação em autoestrada até às Relvas Verdes. Depois, não sei como, mas ficará uma pista de ‘cross’, uma vez que não se conclui até ao IC1. Depois do IC1, uma nova autoestrada até Santa Margarida do Sado. De facto, isto não faz qualquer sentido”, criticou o autarca socialista.

Nuno Mascarenhas defendeu que a A26 deveria estender-se, “pelo menos”, até à A2, que liga Lisboa ao Algarve, com ligação aos nós de Grândola Sul ou Norte.

Ambos os autarcas relacionaram o anúncio da EP com a ação promovida no passado sábado e que juntou várias dezenas de automóveis, em marcha lenta, entre Vila Nova de Santo André e Sines, como forma de protesto pelo estado da ER261-5 e para exigir a conclusão da estrada.

Admito que possa também ter contribuído. A Estradas de Portugal tem uma tutela política e sabemos que vai haver eleições europeias no próximo domingo”, sugeriu Álvaro Beijinha.

No domingo, a EP havia esclarecido, em comunicado, que a suspensão das obras de construção da ER261-5 se devia a dificuldades de financiamento da subconcessionária, a Sociedade Portuguesa de Exploração Rodoviária (SPER), junto da banca.

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