Trabalhadores da manutenção na Petrogal querem encetar diálogo com administração (c/áudio)

Os cerca de 250 trabalhadores do consórcio da manutenção da Refinaria de Sines da Petrogal que viram o seu posto de trabalho ameaçado ao serem informados da cessação do contrato de trabalho em fevereiro deste ano, estiveram reunidos em plenário na última terça-feira.

Na reunião, que se realizou junto à portaria da refinaria de Sines, os trabalhadores decidiram encetar o diálogo com a administração da Petrogal a fim de travar o processo de despedimento que será encetado pela empresa EFATM que rescindiu contrato com a petrolífera e vai deixar de operar na refinaria de Sines.

Caso a Petrogal não responda, os trabalhadores vão voltar a reunir em plenário na próxima semana para decidir sobre uma possível ida a Lisboa para questionar a administração sobre o futuro destes trabalhadores. Nas cartas que enviaram aos trabalhadores, a EFATM, ATM, CMN e AC Services alegam que não consideram viável manter a prestação do serviço devido aos baixos preços impostos pela Petrogal.

O dirigente do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Sul, Hélder Guerreiro reconhece que há urgência no diálogo que os trabalhadores e sindicato pretendem encetar com a administração da Petrogal uma vez que a EFATM pretende deixar o consórcio de manutenção até 12 de fevereiro.

Os 250 trabalhadores são efetivos na manutenção da refinaria de Sines da Petrogal.

Declarações de Hélder Guerreiro do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Sul 

 

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